segunda-feira, 6 de outubro de 2008

terça-feira, 12 de agosto de 2008

FICHAMENTO” é uma forma de investigação que se caracteriza pelo ato de fichar (registrar) todo o material necessário à compreensão de um texto ou tema. Para isso, é preciso usar fichas que facilitam a documentação e preparam a execução do trabalho. Não só, mas é também uma forma de estudar / assimilar criticamente os melhores texto / temas de sua formação acadêmico-profissional.

“Um fichamento completo deve apresentar os seguintes dados:

1. Indicação bibliográfica – mostrando a fonte da leitura (cf. ABNT)

2. Resumo – sintetizando o conteúdo da obra. Trabalho que se baseia no esquema (na introdução pode fazer uma pequena apresentação histórica ou ilustrativa).

3. Citações – apresentando as transcrições significativas da obra.

4. Comentários – expressando a compreensão crítica do texto, baseando-se ou não em outros autores e outras obras.

5. Ideação – colocando em destaque as novas idéias que surgiram durante a leitura reflexiva.

MODELO DE FICHAMENTO

Indicação bibliográfica (conforme as normas da ABNT)

1ª parte: apresentação objetiva das idéias do autor

1 – Resumo (baseado no esquema)

2 – Pequenas citações (entre aspas e páginas)

2ª parte: elaboração pessoal sobre a leitura

1 – Comentários (parecer e crítica)

2 – Ideação (novas perspectivas)

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O esquema é um registro gráfico (bastante visual) dos pontos principais de um determinado conteúdo. Não há normas para elaboração do esquema, ele deve ser um registro útil para você, por isso, é você quem deve definir a melhor maneira de fazê-lo. Um bom esquema, porém, deve:

evidenciar o esqueleto do texto (ou da aula, do filme, da palestra, etc.) em questão, apresentando rapidamente a organização lógica das idéias e a relação entre elas

ser o mais fiel possível ao texto, limitando-se a reproduzir e compreender o conteúdo esquematizado

Algumas dicas úteis para um esquema, segundo Hühne (2000) são:

após a leitura do texto, dar títulos e subtítulos às idéias identificadas no texto, anotando-os as margens

colocar estes itens no papel como uma seqüência ordenada por números (1, 1.1, 1.2, 2, etc.) para indicar suas divisões

utilizar símbolos para relacionar as idéias esquematizadas, como setas para indicar que uma idéia leva à outra, sinais de igual para indicar semelhança ou cruzes para indicar oposição, etc.

é igualmente útil utilizar chaves ({) ou círculos para agrupar idéias semelhantes

Não importa que códigos você usa no seu esquema, pois ele é de uso pessoal seu. O importante é que ele seja útil a você, ou seja, lhe permita recuperar rapidamente o argumento e as idéias de um texto com uma simples visualização.

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Resumo


Resumir é apresentar de forma breve, concisa e seletiva um certo conteúdo. Isto significa reduzir a termos breves e precisos a parte essencial de um tema. Saber fazer um bom resumo é fundamental no percurso acadêmico de um estudante em especial por lhe permitir recuperar rapidamente idéias, conceitos e informações com as quais ele terá de lidar ao longo de seu curso.

Em geral um bom resumo deve ser:

Breve e conciso: no resumo de um texto, por exemplo, devemos deixar de lado os exemplos dados pelo autor, detalhes e dados secundários

Pessoal: um resumo deve ser sempre feito com suas próprias palavras. Ele é o resultado da sua leitura de um texto

Logicamente estruturado: um resumo não é apenas um apanhado de frases soltas. Ele deve trazer as idéias centrais (o argumento) daquilo que se está resumindo. Assim, as idéias devem ser apresentadas em ordem lógica, ou seja, como tendo uma relação entre elas. O texto do resumo deve ser compreensível.

O resumo tem várias utilizações. Isto significa também que existem vários tipos de resumo. Você irá encontrar resumos como parte de uma monografia, antes de um artigo, em catálogos de editoras, em revistas especializadas, em boletins bibliográficos, etc. Por isso, antes de fazer um resumo você deve saber a que ele se destina, para saber como ele deve ser feito. Em linhas gerais, costuma-se dizer que há 3 tipos usuais de resumo: o resumo indicativo, o resumo informativo e o resumo crítico (ou resenha).


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Resumo Crítico ou Resenha


Este é, provavelmente, o tipo de resumo que você mais terá de fazer a pedido de seus professores ao longo do seu curso. O resumo crítico é uma redação técnica que avalia de forma sintética a importância de uma obra científica ou literária.

Quando um resumo crítico é escrito para ser publicado em revistas especializadas, é chamado de Resenha. Ocorre que, por costume, os professores tendem a chamar de resenha o resumo crítico elaborado pelos estudantes como exercício didático. A rigor, você só escreverá uma resenha no dia em que seu resumo crítico for publicado em uma revista. Até lá, o que você faz é um resumo crítico.

Mas não deixam de estar certos os professores que dizem que resenha não é resumo. A resenha (ou resumo crítico) não é apenas uma resumo informativo ou indicativo. A resenha pede um elemento importante de interpretação de texto. Você só fará uma boa resenha se tiver lido um texto ao menos até a quarta etapa (link para “leitura do texto científico”) de leitura, na classificação sugerida por Antônio Severino.

Por isso, antes de começar a escrever seu resumo crítico você deve se certificar de ter feito uma boa leitura do texto, identificando:

1. qual o tema tratado pelo autor?

2. qual o problema que ele coloca?

3. qual a posição defendida pelo autor com relação a este problema?

4. quais os argumentos centrais e complementares utilizados pelo autor para defender sua posição?

Uma vez tendo identificado todos estes pontos, que devem estar retratados no seu esquema do texto [link para esquema], você já tem material para escrever metade do seu resumo crítico. Este material já é suficiente para fazer um resumo informativo, mas, para um resumo crítico, falta a crítica, ou seja, a sua análise sobre o texto. E o que é esta análise? A análise é, em síntese, a capacidade de relacionar os elementos do texto lido com outros textos, autores e idéias sobre o tema em questão, contextualizando o texto que está sendo analisado. Para fazer a análise, portanto, certifique-se de ter:

- informações sobre o autor, suas outras obras e sua relação com outros autores

- elementos para contribuir para um debate acerca do tema em questão

- condições de escrever um texto coerente e com organicidade

A partir daí você pode escrever um texto que, em linhas gerais, dece apresentar:

- nos parágrafos iniciais, uma introdução à obra resenhada, apresentando

- o assunto/ tema

- o problema elaborado pelo autor

- e a posição do autor diante deste problema

- no desenvolvimento, a apresentação do conteúdo da obra, enfatizando:

- as idéias centrais do texto

- os argumentos e idéias secundárias

- por fim, uma conclusão apresentado sua crítica pessoal, ou seja:

- uma avaliação das idéias do autor frente a outros textos e autores

- uma avaliação da qualidade do texto, quanto à sua coerência, validade, originalidade, profundidade, alcance, etc.

É bom lembrar que estes passos não são uma norma rígida. Esta é a estrutura usual de resenhas, mas como a resenha é um texto escrito para publicação em revistas especializadas, cada revista cria suas próprias regras. Questões como onde escrever o nome do resenhista (se abaixo do título, no final, a quantos centímetros da margem), quantos parágrafos utilizar, o número mínimo e máximo de linhas, a utilização de tópicos e subtítulos, etc., tudo isso é definido pela revista que for publicar a resenha. Por isso, sempre que um professor pedir para você fazer uma “resenha” (um resumo crítico, já que não será publicado) você deve pedir que ele lhe dê este parâmetros. Se o professor não se pronunciar, sinta-se livre para decidir como apresentar a resenha, desde que respeitando a estrutura geral apresentada aqui e as normas de bom senso para redação de trabalhos acadêmicos [link para apresentação do trabalho acadêmico].



Fonte pesquisada: http://www.ucb.br/prg/comsocial/cceh/normas_organinfo_fichario.htm



terça-feira, 20 de maio de 2008

Saberes docentes e formação profissional

Capítulo 6
Profesores enquanto sujeitos do conhecimento

Trabalho realizado em grupo Fabiana, Rosangela, Vanilce

domingo, 30 de março de 2008

sexta-feira, 28 de março de 2008

Resumo do Texto

"Por uma abordagem construtivista dos mapas conceituais"
Os mapas conceituais representam relações significativas entre conceitos que são referências que precisam interligar com verbos unidos as palavras É, (conforme Novak, J. D. e Gowin, D. B. (1999). "Um recurso esquemático para representar um conjunto de significados conceituais incluídos em uma estrutura de proposições". Mapa conceitual é uma ferramenta que ajuda a organizar e representar graficamente os conhecimentos adquiridos. Nada mais é que uma relação de conceitos dentro de caixas retangulares de texto e ao mesmo tempo entre estes conceitos são especificados frases de ligação.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

O papel do Professor e o papel do Tutor

A Educação à distancia possibilita a auto-aprendizagem com diferentes suportes, objetivando a qualidade do ensino e da aprendizagem. Sendo assim precisa-se de sujeitos que estejam envolvidos nesta trajetória.
Certamente os papéis do professor e do tutor são bastante diferentes. A função do professor é planejar as aulas, dividir o tempo para que as atividades sejam postadas, ministrar e orientar estes conhecimentos até chegar a avaliação, ou seja, o resultado das aprendizagens dos alunos, já o tutor tem o papel de orientar de forma diferente, ajudando o aluno a entender o que o professor deseja, de dirigir situações de aprendizagem onde facilita e motivação para que esta aprendizagem aconteça. Considerando que a relação tutor-aluno é necessária para a construção da aprendizagem já que não se tem a presença direta do professor.

sábado, 5 de janeiro de 2008

Dica Legal

Pesquisei sobre Educação e encontrei estes blogs interessantes.

http://reflexaodeprofessores.blogspot.com/

http://inquietacaopedagogica.blogspot.com/

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

A falta de tempo

Hoje estive em reunião com os professores da minha escola e quando voltei pra casa fiquei pensando nos assuntos que tratamos. Ficamos preocupados com a ausencia dos pais na vida escolar do filhos e me pus a pesquisar a respeito do assunto.
Veja o texto da professora Neli Alves de Sales, orientadora educacional.

E como administrar esse tempo?
Não existe receita para educar filhos, mas existe, sem dúvida, um ingrediente que deve estar sempre presente em todos os momentos: O AMOR. Quanto mais se ganha o coração de um filho, mais fácil fica essa tarefa tão complexa que se chama EDUCAR.
O importante é estar sempre atento para não confundir esse momento de "encontro" com a falta de limites. Quem é respeitado aprende a respeitar. Às vezes, é necessário podar aqui e ali para que os limites sejam estabelecidos com bastante clareza e, dessa forma, com muita tranqüilidade, a Educação se faça.
A minha experiência de quase trinta anos de trabalho com crianças, adolescentes e jovens, prova que eles estão gritando por limites, por direção, por aproximação, por atenção e por presença de amor.
Nós, educadores, sabemos bem a falta que faz essa presença tão importante dos pais na educação de nossos pequenos cidadãos. Já que esse é o momento, no qual valores básicos e imprescindíveis na formação do ser humano são transmitidos pelos pais aos filhos.
A escola, hoje em dia, tem uma responsabilidade muito maior do que tinha antigamente, quando só se fazia a complementação de valores. Nossos alunos já vinham sabendo usar de palavras simples, mas significativas como, por exemplo, por favor, muito obrigada, com licença, desculpa, etc. No entanto, sabemos que muitas vezes isso não é possível e que não se trata de displicência. E sim de um ritmo de rotina desenfreado, que consome o tempo do adulto de tal forma que quando ele se vê com tempo para o filho, ou ele usa esse tempo com bastante qualidade ou permite tudo para compensar aquela ausência que o deixa com sentimento de culpa.
E é nessa hora que o importante se perde, a qualidade do encontro se desencontra. E quando a gente, enquanto adulto, deixa de mostrar para nosso filho onde está o limite dele, ele cresce pensando que pode tudo, que o mundo é só dele e se esquece de ver no outro a imagem e semelhança de Deus.
Quando a parceria entre a escola e a família se faz, com seriedade e força, quando ambos usam a mesma linguagem, é possível cobrir essa defasagem que é tão significativa na vida do indivíduo.
Se você tem pouco tempo para a presença junto a seu filho, use-a com o máximo de qualidade possível. Mostre para seu filho o quanto você o ama, dando limites, afeto, carinho e acima de tudo mostrando o quanto ele é importante pra você. É preciso que seu filho se sinta amado e não é permitindo tudo que você mostra isso para ele. É sendo firme quando ele errar e elogiando quando ele acertar, valorizando pequenos gestos, sentindo seu cheiro, trocando calor. Enfim, a qualidade vai dando espaço para a educação que fará dele o cidadão capaz de transformar nossa sociedade.
Deixo para você, pai, mãe, responsável, um pequeno texto para reflexão.


O Nó
Numa reunião, a professora incentivava os pais a apoiarem as crianças, falando da necessidade da presença deles junto aos filhos. Mesmo sabendo que a maioria dos pais e mães trabalhava fora, ela tinha convicção da necessidade de acharem tempo para seus filhos.
Foi então que um pai, com seu jeito simples, explicou que saía tão cedo de casa, que seu filho ainda dormia e que, quando voltava, o pequeno, cansado, já adormecera. Explicou que não podia deixar de trabalhar tanto assim, pois estava cada vez mais difícil sustentar a família. E contou como isso o deixava angustiado, por praticamente só conviver com o filho nos finais de semana. O pai, então, falou como tentava redimir-se, indo beijar a criança todas as noites, quando chegava em casa. Contou que a cada beijo, ele dava um pequeno nó no lençol, para que seu filho soubesse que ele ali estivera. Quando acordava, o menino sabia que seu pai o amava e ali estivera. E era o nó o meio de se ligarem um ao outro.
Aquela história emocionou a diretora da escola que, surpresa, verificou ser aquele menino um dos melhores e mais ajustados alunos da classe, a história a fez refletir sobre as infinitas maneiras que os pais e filhos têm de se comunicarem, de se fazerem presentes nas vidas uns dos outros. O pai encontrou sua forma simples, mas eficiente, de se fazer presente e, o mais importante, de que seu filho acreditasse na sua presença.
Para que a comunicação se instale é preciso que os filhos "ouçam" o coração dos pais ou responsáveis, pois os sentimentos falam mais alto do que as palavras. É por essa razão que um beijo, um abraço, um carinho, revestidos de puro afeto, curam até dor de cabeça, arranhão, ciúme do irmão, medo do escuro, etc.
Uma criança pode não entender certas palavras, mas pode registrar e gravar um gesto de amor, mesmo que seja um simples nó. Você? Tem dado um nó no lençol de seu filho?
Fonte: Revista Tiquinho - OUT/2001

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Fichas dos alunos no pbwiki

Ufa! Hoje consegui colocar em ordem o controle de frequência dos 22 alunos nas aulas presenciais, um dos itens que nós tutoras de polo, temos que responder nas fichas dos alunos, no pbwiki.
Enquanto a aluna, que está aqui no Polo, vai digitando os trabalhos dela, vou me organizando.
Tentei copiar e colar as datas das aulas presencias mas não deu certo, então tive que digitar um aluno de cada vez. Hahaha, depois vi, que se eu copiasse antes de clicar em editpage daria certo mas descobri somente quando estava falando uns 5 alunos.
Tudo bem!
Isso tudo faz parte do meu aprendizado.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Salão de Iniciação Científica

No dia 23 de outubro, terça-feira, não houve aula no curso de Especialização ESPEAD, então no horário que teríamos a aula fomos assistir às apresentações do Salão de Iniciação Científica. Então assistimos a sessão intitulada: “Os sujeitos da Educação”. Quando entramos já haviam iniciado as apresentações.
A primeira aluna que assistimos chama-se Mariana Silva Carlos (UNISC). Apresentou uma pesquisa que intitula “A formação do trabalhador que procura o SINE de Santa. Cruz do Sul: classe e cultura no contexto de suas histórias de vida.” Mostrou questões relacionadas à formação cultural que, segundo ela, é determinada a partir de aspectos como: a escolaridade, idade, vivências culturais, etc. A pesquisa apresentou características comuns às pessoas que procuram o SINE são: Pessoas que vem do interior; Pessoas que não conseguiram concluir os estudos; E difíceis condições para da formação cultural, pois estes sujeitos precisam sobreviver. Estes dados levaram a aluna a concluir que essas pessoas encontram-se numa situação onde predomina a adaptação à realidade e em função do primeiro trabalho.
A segunda aluna que assistimos chama-se Amanda de Mello Martins (UFRGS) Que apresentou a pesquisa com o título: “Criação escrita na escola: possibilidades de subjetivação.” A pesquisa era quanto ao trabalho com as produções de escritas livres de crianças. Tratava de crianças com problemas de aprendizagem, de relacionamento, com dificuldades para aceitar regras e limites. A aluna realizou oficinas de escrita com as crianças o que a levou a perceber mudança no comportamento destas crianças,
Assistindo as explanações das alunas, fiquei a pensar se eu tivesse tido as mesmas oportunidades, o quanto isso poderia ter contribuido na minha formação pessoal, já que sou uma pessoa muito nervosa para me expor em público, me sinto bloqueada tenho tremedeiras.

Mas percebo que este curso está abrindo um caminho para o qual poderei ir em novas buscas, novos horizontes estão se abrindo.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Síntese do Fórum - Grupo 4

Após ler as contribuições de todos os colegas do grupo 4, percebi que os conceitos de evidência e argumentação ficaram claros. Ao analisar os conceitos em relação ao filme “Doze homens e uma sentença” percebe-se que as evidências apresentadas pelos jurados como verdades foram contestadas e então surgiram dúvidas mudando a argumentação dos mesmos que os levou a optar pela absolvição do réu.
Surgiram muitas argumentações e evidencias durante a discussão dos jurados antes que chegassem à decisão e estas também foram citadas nas participações dos colegas, como: descaso de alguns participantes com a situação apresentada, desrespeito com a opinião do outro, faltou senso por parte dos jurados em se colocar no lugar do réu, julgar sem conhecer (preconceito por ser um rapaz pobre).
As dúvidas trazidas inicialmente pelos jurados oportunizaram a reflexão sobre as verdades de cada um, até o momento em que se chegou à sentença. Somente optaram pela inocência, e tudo foi se tornando unânime, uma vez que mudaram as evidências iniciais por muitos argumentos.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Iniciando as Anotações

Ao abrir os meus emails percebi que temos que adquirir mais um ambiente de trabalho. Este é para o curso de especialização.
"Olá, eu fiz um Wiki da nossa atividade do portfolio, no side bar coloquem os endereços dos blogs. Poderemos assim visitar e comentar o dos colegas. http://portfoliodeaprendizagens.pbwiki.com Bjs, Mariangela"